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São Paulo - SP / Brasil.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Surface Geology Map of Australia

Mapas Geologicos da Austrália 1:1.000.000 para baixar gratuitamente em formato shape, dos 7 estados (semelhante ao Mapa Geologico do Brasil ao Milionesimo da CPRM).
Em: http://www.ga.gov.au/minerals/research/national/nat_maps/nat_geol_maps.jsp#surface

OneGeology - Mapa Geologico da Terra

O ano de 2008 foi eleito como "Ano Internacional do Planeta Terra" pela ONU, diversas atividades ocorreram ao longo desse ano sendo o principal o 33ºIGC - International Geological Congress em Oslo na Noruega. E foi nesse evento que foi lançado o Projeto OneGeology - que pode ser descrito como o Mapa Geologico do Planeta Terra. Semelhante ao GoogleMaps ou o NASA WorldWind (que trazem imagens de satélite e relevo de todo o globo) o OneGeology é um mosaico de mapas geologicos em escala 1:1.000.000 (baseado na Carta do Mundo ao Milionésimo) que recobre todo o globo num esforço de Especialistas em Ciências da Terra e em Informática de 94 nações com o apoio da UNESCO.
Leia mais em: http://e-geo.ineti.pt/eventos/onegeology/default.htm (em Potuguês).
33ºIGC (abstracts): http://www.cprm.gov.br/33IGC - Seções Técnicas sobre modelagem geológica 3D e uso de SIG em geologia (inclusive com SIG Aberto).
44ºCBG (Congresso Brasileiro de Geologia): Curitiba/PR, que ocorreu concomitante ao 33IGC.
Portal OneGeology: http://portal.onegeology.org (por enquanto só funciona em IE7 e Firefox 2 ou mais antigos).
Em verde os paises servidores de dados e em amarelo paises apenas participantes do OneGeology. No Brasil os mapas são do Projeto Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo da CPRM.

terça-feira, janeiro 27, 2009

SLAX Linux: nova versão e novos módulos

Saiu a versão 6.0.9 do SLAX (USB Live Linux) e foram feitas atualização da página dos módulos, agora mais completa. Uma forma bem interessante de personalizar o seu SLAX é usar o recurso construir (Build SLAX), onde você monta uma imagem do programa com os módulos que você desejar. Assim você deve escolher a instalação padrão e depois é só clicar em Add more modules para ir na página de módulos escolher os que você gostaria de incluir (é só clicar em add to build) depois voltar na pagina Build que os modulos escolhido aparecerão lá (tem até tradução para o Português), ai é só montar a imagem para gravar num CD. Só não exagere porque quanto mais módulos maior ficará a sua distro. Outro ponto fundamental é que conforme você acrescentar os módulos você verá também as dependências que precisará adicionar para que tudo funcione corretamente. Cuidado pois existem várias versões do mesmo módulo, pegue sempre a mais atual, bem como o próprio KDE (ambiente gráfico) já traz diversas ferramentas, como processador de texto e navegador de internet.
Uma dica é baixar a ISO (imagem de CD) que você criou, depois baixar o slaxGIS e usar o UNetbootin para adicionar esse módulo e instalar o SLAX no seu pendrive sem esforço, pois ele se encarrega de gerar o boot, daí é só reiniciar pela USB e curtir o seu SIG no Linux.

Mitos sobre os SIG livres

Bem, eu cheguei a esse texto pelo Blog do Markus Neteler, e achei bem interessante e resolvi postar aqui o link da versão traduzida para o português (por Giovanni Manghi):
"Top Ten Myths" publicado no Wiki do OSGeo.
Para ler a versão original acesse: http://wiki.osgeo.org/wiki/Top_Ten_Myths.
E aproveito o tópico para fazer uma lista sobre os Geographic Free/Open-Source Software:
  1. GFOSS é só pra Linux!
  • Não é verdade pois a maioria é desenvolvida como multiplataforma (Linux; Windows e Java, mas tem versões para MacOSX e FreeBSD também).
  1. As bases de dados produzidas em GFOSS se tornam ilegíveis por SIG proprietários!
  • Novamente a maioria dos SIG abertos seguem os padrões estabelecidos pela OGC o que os tornam compatíveis entre si e com muitos programas comerciais. A padronização de formatos da indústria de programas de SIG visa a interoperabilidade entre os programas sejam abertos ou proprietários.
  1. Não adianta o programa ser gratuito se é difícil de produzir dados!
  • Na verdade junto com os programas gratuitos existe também uma profusão de dados abertos e de domínio público, na maioria em formatos padrão que podem ser usados por todos sem custos. Se você acompanha esse blog já viu diversos exemplos!
  1. São difíceis de usar e muito incompletos!
  • Pra começar isso também se aplica aos programas proprietários, o que por outro lado, vemos os GFOSS se tornarem cada vez mais amigáveis e com recursos que vão além dos oferecidos pelos programas pagos. E como não tem custos eles podem ser usados de forma complementar até mesmo de versões básicas de programas comerciais.
  1. Não se pode ter retorno financeiro quando se usa SIG aberto!
  • Tirando algumas exceções (como o SavGIS), a maioria não tem restrição de uso ou mesmo à venda do programa ou de serviços baseados em SIG aberto. A maioria nem é atrelado a nenhuma filosofia e sim surgiram como ferramenta para solucionar um problema e depois são colocados a disposição de outros usuários que queiram utilizá-los, sem que seja necessário pagar ao desenvolvedor do programa ou pedir permisão para alterá-lo.
  1. Livre, Aberto e Gratuito são a mesma coisa!
  • Não, "Software Livre" é uma ideologia social que se refere as liberdades do usuário e não dos programas. Aberto (Open Source) refere-se a forma de distribuição do programa, ou seja o usuário tem acesso ao código fonte do mesmo. Gratuito é a licença de uso do programa, ou seja não se paga pelo direito de uso dele, mas não se pode mexer no código-fonte ou alterar o programa (p.ex. SPRING).
No ultimo item, existe certas divergências o que fez com que alguns desenvolvedores passasem a usar o termo FOSS (Programa Livre e de Código Aberto). Isso já foi discutido aqui e se deve a forma como encaram os programas LCA por parte da FSF de Stalman e a OSI de Torvalds. O primeiro encara tudo de uma forma mais politico-religiosa, como um "Fome Zero" da informação, enquanto o outro busca o lado do desenvolvimento colaborativo para resolução de problemas. Outro termo bastante controverso é entre proprietário e comercial, pois mesmo marcas de programas LCA possuem propriedade, e por outro lado os programas LCA podem sim ser comercializados. Por isso eu prefiro me referir aos programas LCA como Abertos (Open Source) e os de licenças pagas como Comerciais (em referencia ao tipo de licença) e Gratuitos (Freeware) os que não se precisa pagar pelo uso (licenciamento).

Leia também o artigo do Gilberto Câmara (INPE) para a revista InfoGeo (ed.31):
Software Livre para GIS: Entre o Mito e a Realidade e também a apresentação feita por Tiago Melo (comunidadesol.org) sobre "ferramentas GIS livres"(já meio desatualizada).

Blog do Markus Neteler (GRASS developer)

Markus Neteler é o mais antigo desenvolvedor do programa GRASS GIS - desde que foi lançado como "Software Livre" - e também é um dos autores do livro Open Source GIS: A GRASS GIS Approach. O blog é em inglês (o autor é alemão), e ele trabalha atualmente na Itália. Seguindo a história do GRASS fica claro porque sua manutenção migrou da Univesidade de Boston para a de Hanover (para as mãos de Neteler) e depois para a de Trento (junto com ele).
Focado no GRASS GIS e nos SIG abertos ele escreve sobre novidades e informações sobre o mundo do FOSS4GIS (Free and Open Source Software for GIS). Ele também escreve o blog GRASS GIS Development esse voltado especificamente sobre o desenvolvimento e uso do GRASS.
Acesse: http://gfoss.blogspot.com

QGIS 1.0 Kore

Finalmente foi lançada a versão final estável do Quantum GIS, o QGIS 1.0 "Kore" (pra quem não sabe é tradição dos desenvolvedores dar nomes das luas de Jupiter ao programa). Desde o dia 23 de janeiro de 2009 está disponível a nova versão em um novo site todo atualizado. Outra novidade pra quem trabalha em Windows é o novo instalador OSGeo4W que permite baixar e instalar os projetos suportados pela OSGeo, ou seja os programas GDAL/OGR, GRASS, MapServer, OpenEV, uDig, QGIS e outros (como o gvSIG e o Geotools).
O QGIS é o SIG aberto mais amigável, na minha opinião, multiplataforma e que segue as especificações da OGC, o que o torna compatível com outros SIG abertos (o mesmo não acontece com o Terraview, por exemplo, que mesmo aberto e podendo gravar num banco de dados PostGIS - PostgreSQL com Extensão Espacial - não pode ser lido por outros SIG aberto por ser incompatível pois segue definições próprias).

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Novas versões de SIG's

Está disponível a versão 3.5 do ILWIS Open pra quem gosta de um SIG amigável para plataforma Windows, que não precisa nem de instalação. Quem ainda não conhece ele é bem semelhante ao excelente IDRISI (comercial) ou o SPRING, que teve lançada a versão 5.0.4 com diversas correções e maior estabilidade e com novos tutoriais (mas para acessar a Comunidade Virtual SPRING é preciso se cadastrar gratuitamente). E está por vir a versão 2.0 do gvSIG com inúmeras melhorias, quem quiser ir testando já está disponível a versão alfa 1.9 (para avaliação), ele está parecendo uma versão gratuita do ArcGIS (comercial) tamanha sua funcionalidade.

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Tutorial do ArcGIS Online (versão 8)

Desenvolvido por Rodrigo Nóbrega, ficava hospedado no falecido site cibergeografia, felizmente continuou ativo no GratisWeb. "Este tutorial foi iniciado como uma tentativa de oferecer ensino de GIS à distância aos vários projetos de exploração mineral da Companhia Vale do Rio Doce, no período em que estive coordenando a aplicação e em alguns casos a implantação de GIS nesses projetos. Por uma série de fatores, a iniciativa não progrediu da maneira esperada, mesmo tendo sido aclamada por aqueles que fizeram o curso. Felizmente o projeto havia sido concebido como copyleft, e em Maio de 2002 o curso foi publicado na internet."
Acesse: http://www.gratisweb.com/arcgis

Programas Abertos de Geoprocessamento (OpenSource GIS)

O conteúdo estático agora ficará armazenado no site Geosaber (google sites). Assim fica mais fácil achar os materiais de interesse mais relevante. É só usar os botões de navegação do início da página. A página sobre SIG's gratuitos está completa e será constantemente atualizada conforme surgirem novidades; a página dos tutoriais ainda não está formatada, por isso eu apontei o link para o blog do Prof. Elpídio, o Labgeo, que está de cara nova e tem excelentes seções com tutoriais, apostilas e artigos, evitando assim a redundâcia; por fim os links úteis serão melhorados levando direto ao conteúdo de interesse, por enquanto são links institucionais.
Acesse: http://sites.google.com/site/geosaber (use os botões de navegação!).

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Dicas de desenho de página (Web Design)

Se você quer personalisar ou fazer alterações no seu Blog terá que aprender um pouco sobre padrões Web (Web Standards) e programação em HTML (CSS, XML e Javascripts).
Pode parecer complicado mas, na verdade, é bem simples, fácil e divertido até porque HTML não é uma liguagem de programação de verdade (como C, Delphi ou VB) mas sim uma forma de estruturação do conteúdo de uma página Web. CSS (Cascading Style Sheet) é um mecanismo simples para adicionar estilos (p.ex., fontes, cores, espaçamentos) á pagina. Já o javascript é uma linguagem de programação que permite adicionar ações ou eventos á pagina.
Para saber mais acesse:
http://www.maujor.com/index.php
http://imasters.uol.com.br/cssinterativo

segunda-feira, janeiro 12, 2009

DNR Minnesota Garmin GPS Application

Esse aplicativo desenvolvido pelo Departamento de Recursos Naturais de Minnesota é uma extensão que permite transferir diretamente os dados de GPS da Garmin para diversos pacotes SIG. Ele permite converter feições de pontos em waypoints e linhas ou polígonos em Tracklogs ou Routes ou de forma inversa convertendo os dados do GPS diretamente para shapefile ou KML. Também é possível converter pontos em polígonos (fechar poligonais levantadas com o GPS), modificar a projeção e fazer calculo de áreas.

Acesse: http://www.dnr.state.mn.us/mis/gis/tools/arcview/extensions/DNRGarmin/DNRGarmin.html

ShapeViewer

Essa é uma pequena ferramenta que possibilita visualizar rapidamente qualquer arquivo shapefile, de forma simples e gratuita.
https://shapeviewer.blogspot.com
Também possibilita abrir só a parte da informação da geometria (.shp) mesmo que os outros 2 arquivos que compõem o shape estejam perdidos ou corrompidos (.shx – índice e .dbf – tabela de atributos), permitindo gerar um novo arquivo .shx e uma nova tabela .dbf em branco.
Muito útil quando você recebe shapes incompletos (um arquivo shape é formado por no mínimo 3 arquivos de mesmo nome com as extensões mencionadas acima) ou para abrir rapidamente o mapa.

Terraview 3.2.1

A ultima versão do TerraView (3.2.1) traz como novidades a inlusão de três plug-ins e novas funcionalidades:

TerraPrint: para impressão de mapas; permite diagramação e impressão de mapas, legendas, escalas e outros elementos;

Cliente WMS: de visualização de mapas disponíveis em servidores WMS;

Tema Externo: para acesso a bancos TerraLib  em outros servidores;

Tema Shapefile: Importação de vários shapefiles numa única operação.

Além da revisão no Tutorial e inclusão de novas aulas: Análise Espacial, Plugin de Fluxo e Plugin TerraPrint.

Feliz 2009

Um ano completado, um novo estilo para comemorar.
Em homenagem a uma pessoa que eu amo muito.